Bem, sobre o filme apresentado em sala de
aula posso começar dizendo que foi algo meio que surreal, um tanto quanto
onírico. Pois, com grande predominância do uso da câmera lenta na película, nos
mostra o mundo de uma maneira totalmente diferente do que vemos. Talvez, por
isso, nos faz refletir demasiado sobre aquilo que passaria despercebido se
víssemos tais cenas em seu tempo normal.
O filme segue um
caminho que tende a fomentar várias ideias na cabeça de quem o vê. E a que me
veio a mente, desde o princípio, foi:
No começo, mostra pessoas trabalhando em vários ramos da vida, seja na extração de minerais, seja na lavoura ou pecuária, mas de maneira arcaica, totalmente manual, requerendo das pessoas total empenho e árduo trabalho. Aí, com o passar das cenas, vemos que os meios de manusear a terra, por exemplo, vão melhorando, concebendo assim, às pessoas, um tempo extra em suas vidas. Logo, como o video mostra em seguida, tal tempo proporcionou que as pessoas pudessem criar coisas, pensar no mundo à sua volta. Erigindo assim os primeiros templos, surgindo assim as grandes formas de adoração. E assim o video segue, com mais avanço tecnológico e menos tempo de trabalho, sendo assim, maior tempo para produzir coisas que, a meu ver, não são importantes à existência do homem. Coisas fúteis! Surgindo assim as classes. A desigualdade.
No começo, mostra pessoas trabalhando em vários ramos da vida, seja na extração de minerais, seja na lavoura ou pecuária, mas de maneira arcaica, totalmente manual, requerendo das pessoas total empenho e árduo trabalho. Aí, com o passar das cenas, vemos que os meios de manusear a terra, por exemplo, vão melhorando, concebendo assim, às pessoas, um tempo extra em suas vidas. Logo, como o video mostra em seguida, tal tempo proporcionou que as pessoas pudessem criar coisas, pensar no mundo à sua volta. Erigindo assim os primeiros templos, surgindo assim as grandes formas de adoração. E assim o video segue, com mais avanço tecnológico e menos tempo de trabalho, sendo assim, maior tempo para produzir coisas que, a meu ver, não são importantes à existência do homem. Coisas fúteis! Surgindo assim as classes. A desigualdade.
A cena que mais
me chamou a atenção, aliás, não apenas uma, foi a do trabalho desgastante de
várias pessoas numa mina, que acho eu, de ouro. Porém, dentre elas, a cena mais
intensa foi a de um homem sendo carregado, desfalecido, por outros dois
trabalhadores da mina (garimpo) que o retiram morro acima da cratera onde
estão. Enquanto outros trabalhadores atônitos os observam. Pensei eu, que coisas
não passavam em suas mentes ao ver tal cena: ” quanto mais aguentarei até que
não ocorra o mesmo comigo? “ Será que irei ser carregado assim, igual aos sacos
de lama que carrego penosamente morro acima?” Será que minha vida vale essa
miséria?”.
Bem, poderia falar
sobre várias outras ideias que me vieram à cabeça a respeito de várias cenas e
temas, pois o filme fez o que foi feito para fazer: gerar ideias, reflexões,
ótimo filme.
