quarta-feira, 3 de julho de 2013

PERSPECTIVAS

                                                   suíte casal

                                                sala, ao fundo copa

                                 perspectiva, vista da rua da Bahia

                                                perspectiva, vista aerea

terça-feira, 25 de junho de 2013

http://prezi.com/xneqha6ajaoz/?utm_campaign=share&utm_medium=copy
   

link para a apresentaçao do prezi


cristiane brasil.
Bruna Pongeluppi, ,(nao é a bruna melo), :>
roberta
jessica resende
leila dias
luiz paulo

quarta-feira, 12 de junho de 2013

quinta-feira, 23 de maio de 2013

sobre o filme


     
     Bem, sobre o filme apresentado em sala de aula posso começar dizendo que foi algo meio que surreal, um tanto quanto onírico. Pois, com grande predominância do uso da câmera lenta na película, nos mostra o mundo de uma maneira totalmente diferente do que vemos. Talvez, por isso, nos faz refletir demasiado sobre aquilo que passaria despercebido se víssemos tais cenas em seu tempo normal.
     O filme segue um caminho que tende a fomentar várias ideias na cabeça de quem o vê. E a que me veio a mente, desde o princípio, foi:
      No começo, mostra pessoas trabalhando em vários ramos da vida, seja na extração de minerais, seja na lavoura ou pecuária, mas de maneira arcaica, totalmente manual, requerendo das pessoas total empenho e árduo trabalho. Aí, com o passar das cenas, vemos que os meios de manusear a terra, por exemplo, vão melhorando, concebendo assim, às pessoas, um tempo extra em suas vidas. Logo, como o video mostra em seguida, tal tempo proporcionou que as pessoas pudessem criar coisas, pensar no mundo à sua volta. Erigindo assim os primeiros templos, surgindo assim as grandes formas de adoração. E assim o video segue, com mais avanço tecnológico e menos tempo de trabalho, sendo assim, maior tempo para produzir coisas que, a meu ver, não são importantes à existência do homem. Coisas fúteis! Surgindo assim as classes. A desigualdade.
     A cena que mais me chamou a atenção, aliás, não apenas uma, foi a do trabalho desgastante de várias pessoas numa mina, que acho eu, de ouro. Porém, dentre elas, a cena mais intensa foi a de um homem sendo carregado, desfalecido, por outros dois trabalhadores da mina (garimpo) que o retiram morro acima da cratera onde estão. Enquanto outros trabalhadores atônitos os observam. Pensei eu, que coisas não passavam em suas mentes ao ver tal cena: ” quanto mais aguentarei até que não ocorra o mesmo comigo? “ Será que irei ser carregado assim, igual aos sacos de lama que carrego penosamente morro acima?” Será que minha vida vale essa miséria?”.
    Bem, poderia falar sobre várias outras ideias que me vieram à cabeça a respeito de várias cenas e temas, pois o filme fez o que foi feito para fazer: gerar ideias, reflexões, ótimo filme.        


quarta-feira, 8 de maio de 2013

Transformaçoes possiveis





                                              transformações possíveis 





por
Luiz Paulo M.S.
pollyanna da silva cossenzo
raphael da fonseca tiago
Ilanna Ferraz

terça-feira, 9 de abril de 2013


          Perspectiva humanizada - projeto parasita 


Belo Horizonte ao fundo


                              O mesmo projeto, biblioteca com ampla visão do entorno.
                                                               ( novo modelo)


                                                  contemplando o céu à noite. corte bb


                                                             Paisagem ao entardecer






trabalho banner:
nomes: pollyanna cossenzo
raphael fonseca
ilanna farraz
luiz dorya


Proposta do trabalho: Transformar uma avenida movimentada do centro de Belo Horizonte em uma área de lazer, onde carros nao teriam acesso, apenas pedestres. A avenida seria transformada em uma área verde com diferentes atrativos, um espaço de lazer para toda a populaçao com diferentes atrativos, musicas, lanchonetes, teatro, entre outros.
Lugar proposto: Avenida Afonso pena,.

terça-feira, 19 de março de 2013

ARQUITETURA PARASITA

                                Arquitetura parasita



Arquitetura parasita, apesar do nome, não é algo que subtrai de outra forma, mas sim, o contrário disso, é uma  arquitetura que aproveita-se de lugares improdutivos, vagos no espaço e que poderiam estar sendo usados em pró de alguma coisa mais eficaz. como por exemplo, o vão, o grande espaço que há entre os dois prédios no meu projeto parasita, que, pós projeto, passou a ser um local de utilidade, sem perder a percepção de espaço e liberdade que um vão assim nos proporciona.


fachada


Meu projeto parasita consiste em um lugar, um espaço "extra edifício", reservado para a leitura. Ou, a gosto, um lugar para poder refletir, observar as estrelas na abobada terrestre. A visão dos astros é facilitada por grandes paredes de vidro. Proporcionando também uma bela vista da cidade e seus arredores.

planta


   Pode não parecer, mas nem sempre um apartamento se faz um lugar silencioso e reservado para o exercício da leitura,; seja por acaso de uma família em constante movimentação interna, filhos, por exemplo, ou também pelo mesmo não se mostrar tão aconchegante ou inspirador para momentos assim, de reflexão e leitura, ou ao menos, a simples contemplação do mundo ao eu redor.

corte aa


  Sendo assim, com base nisso, propus um local que não invade a privacidade de moradores de outros edifícios e ao mesmo tempo tende a instigar, de maneira direta um maior contato com os moradores do seu próprio edifício.

corte bb

quinta-feira, 14 de março de 2013

Uma coisa significa outra coisa quando muda de lugar?


                     David Moreno. 
                                          Obra: "Silence"



    Sim, basta observarmos a obra de D. Moreno e logo vemos o impacto da mesma sobe o ambiente, e nos faz refletir sobre a mesma. Passa a ideia de que mesmo estando mortos os indivíduos das fotos, pensadores, ainda fazem ecoar em nossos tempos suas ideias. é como se a cada leitura de suas obras eles estão  bradando-as para nós naquele exato momento. 

      A obra de David Moreno se constitui na articulação permanente de dois universos: a figuralidade do som e a sonoridade da imagem. Seu trabalho distingue-se pela recorrência de ressonâncias, estigmas, cortes, incisões, repetições e vibrações – tornando claro que o cruzamento com que enlaça as figuras do som com os sons da figura é, na verdade, uma chave para a produção de imagem. Por meio de instalações sônicas, experimentação eletroacústica, desenho e fotografia, suas obras emolduram questões sobre a mortalidade do corpo, a condição animal do humano e os impulsos de vida e de morte manifestos sob a forma de sintoma.

Uma coisa significa outra coisa quando muda de lugar?